CANTIL DE TROPEIRO

Conta a tradição e confirma a história que os tropeiros, em viagem, não costumavam descer de seus animais para matar a sede nos córregos ou rios. Utilizavam cantis improvisados ou fabricados para coletarem a água de cima de seus cavalos.

Algumas dessa peças estão preservadas em museus, como estas existentes no Museu do Tropeiro do Centro de Estudos Históricos Caminhos das Tropas. Algumas são de metal e outra é de chifre de boi e todas ficavam presas na ponta de uma pequena corda ou correntinha, que permitia que o cantil descesse até a água.

Existiam vasilhas mais sofisticadas. O brigadeiro Tobias tinha um copo com corrente de ouro. D. Pedro II servia-se de copo e corrente de ouro, acomodados luxuosamente numa caixa forrada de
veludo. Esta peça está de posse de uma família de Capela do Alto.

 

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.Os campos obrigatórios são marcados *

*